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VOCAÇÃO PARA “TEMPERAR” E “ILUMINAR”

 
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Querida irmã e querido irmão, no avanço do tempo, que sempre parece fazer o seu percurso com maior rapidez, entramos na segunda metade do ano. Ao constatarmos esta ligeireza, não convém sentirmo-nos impotentes diante de uma contagem convencional de segundos, minutos e horas, dias, semanas, meses e anos, com um sentimento de certa frustração ao pensar no que poderíamos ter feito e não fizemos ou não conseguimos fazer, por vários motivos, como, por exemplo, determinada condição de saúde que, dependendo da situação particular, pode condicionar com limitações nossas atividades. Nem por isso, de outro lado, deveríamos nos “atrofiar” – e isso pode acontecer sem nos darmos conta – de tal maneira que deixemos de valorizar o que está ao nosso alcance realizar, em inúmeras pequenas coisas, geralmente até depreciadas, mas que podem fazer uma grande diferença numa sociedade exageradamente técnica e consumista.

O Ano do Laicato, proposto para a nossa Igreja no Brasil, iniciado em 26 de novembro do ano passado, já se encaminha para o seu último quadrimestre, ou seja, temos pouco mais de quatro meses para trabalhar melhor, em nosso ser e agir cotidiano, um sentido mais profundo da condição de filho ou filha de Deus, principalmente pela consagração batismal, para tornar este mundo sempre mais humano e conforme o projeto do Senhor.

Logo mais estaremos em agosto, mês em que, desde longo tempo, a Igreja nos convida a refletir e rezar mais intensamente em torno da importância de realçar cada vocação na construção do Reino de Deus. Com o dom da nossa vida, o Pai nos escolheu como pessoa única, para correspondermos ao Seu Amor, respondendo ao chamado do Seu Filho, nosso Salvador, seguindo o caminho d’Ele, no impulso continuamente criativo e dinâmico do Espírito Santo, que sempre nos impele a avançar em “águas mais profundas” na prática cotidiana de nossa vocação missionária.

Estamos na construção do 2º Plano Diocesano de Pastoral, agora em sua elaboração escrita, após um bonito e frutuoso caminho de estudo e aprofundamento no precioso serviço de cada leigo e leiga ao Reino de Deus. Com o documento “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade”, muitas pessoas das nossas 5 Foranias tiveram a oportunidade de apreciar o quanto é sempre mais significativa a atuação de cada um e cada uma, para que neste amado território onde vivemos, chamado Diocese de Amparo, com os seus 11 municípios e suas 33 Paróquias (com a Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, de Águas de Lindoia, criada no último 25 de maio), o “sal” e a ”luz” que devemos oferecer mostrem a qualidade da nossa consciência vocacional de “temperar” e “iluminar” com confiança, esperança, alegria, espírito de comunhão e disponibilidade, apesar de todos os contratempos.

O Senhor não nos decepciona! Ele é o primeiro interessado em fazer tudo se encaminhar para o bem, ou seja, trabalhar para tudo dar certo, em vista do melhor para todos, mas não quer deixar de contar conosco.

Voltemo-nos à nossa tão amada Mãe do Amparo, e, quando a invocarmos com as expressões “amparai-me”, “amparai-nos”, não demonstremos “paralisia” na vocação de “temperar” e “iluminar”!

Dom Luiz Gonzaga Fechio



Texto integrante do Informativo bimestral O AMPARO, da Diocese de Amparo | ed. nº 17
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