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1ª Homilia Proferida pelo Neo-Diácono Rodolfo

 
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Neste domingo maravilhoso que o Senhor fez para nós, nossa Paróquia se alegra com a Ordenação Diaconal de Rodolfo Inácio Pasini, e na Celebração da Santa Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, Celebrou o Pe. Wellington e concelebrou o Neo-Diácono Rodolfo que proferiu pela primeira vez a Homilia já como Diácono.






Em sua primeira Homilia Diácono Rodolfo nos diz:

Reverendíssimo Padre Wellington, agora irmão no Clero, queridos colegas de turma, logo mais irmãos de ministério, Aluã e Everton irmãos de caminhada também o Marcos que também logo no primeiro ano de filosofia, obrigado pela presença de vocês.
Amados irmãos e irmãs, para mim é uma alegria poder estar aqui e proferir essa primeira homilia, é obvio que o nervosismo é inevitável, mas vamos lá. A Igreja hoje nos convida a contemplarmos duas importantes imagens: Pedro e Paulo. Celebrando a solenidade de São Pedro e São Paulo nós também somos convidados a olharmos para essas duas figuras tão importante na vida da Igreja, a olharmos o exemplo de fidelidade, o testemunho de doação pelo Evangelho de doação àquele ensinamento que Jesus deixou aos seus Apóstolos.

Na Primeira leitura nós escutamos São Lucas dizendo como o plano de Deus se mantém. Jesus após ressuscitar e subir ao céu, tudo aquilo que Ele ensinou tudo aquilo que Ele fez tem uma continuidade e esses Apóstolos continuam todo esse ensinamento, de modo especial, Pedro. Os discípulos são encarregados de anunciar o projeto de libertação que é o desejo de Deus e que Jesus Cristo iniciou, mas não poderia finalizar com sua morte e ressurreição.
Nessa primeira Leitura três aspectos nos chamam a atenção:

Primeiro o projeto de Deus gera confronto, vai contra qualquer modo de opressão, qualquer modo de injustiça. E é bonito ver isso, porque Jesus também foi contra esse modo de opressão e injustiça. E Pedro é preso porque pregava isso. Também na primeira leitura é interessante ver que Pedro é preso no dia dos ázimos, uma semelhança muito grande com Jesus quando Jesus fez a sua Páscoa próxima desses dias dos ázimos. Pedro e os Apóstolos seguem a caminhada do mestre, seguem a caminhada de Jesus aquele que primeiro lhe deu o exemplo.

Depois a Igreja orava por Pedro enquanto ele estava preso, ou seja, a comunidade estava unida, a comunidade era fraterna, a comunidade tinha sinal de união e de fraternidade. E Pedro é solto enquanto a comunidade orava, Deus escuta sempre a oração da comunidade.

E terceiro a presença de Deus na caminhada da sua Igreja, Deus sempre está presente Ele cuida da sua Igreja, Deus caminha com seus filhos e filhas, Deus caminha com todos aqueles que estão ao seu lado, com todos aqueles que estão encarregados de anunciar o reino que Ele mesmo pregou.

Irmãos e irmãs, também nós somos convidados como Pedro, como Paulo a dar testemunho do projeto libertador de Deus, não somos convidados a sermos uma comunidade fechada em nós mesmos. O Papa Francisco nos alerta tanto a não sermos uma comunidade fechada em nós mesmos, o Papa Francisco nos alerta tanto para não sermos cristãos fechados em nós mesmos, ma sermos uma comunidade aberta, em missão, em constante saída.

Somos convidados a transformar o mundo, mas transformar o mundo não é uma missão fácil, não é uma missão teatral, é uma missão que tem confrontos, que tem dificuldades, porque ir contra a injustiça, a opressão, ir contra valores que não condizem com a nossa fé gera confronto, gera perseguição, gera calúnias, mas nós não podemos desanimar, Pedro não desanimou, Pedro teve fé foi até o fim confiou no Senhor e permaneceu fiel ao seu trabalho à sua missão. Deus não nos abandona nunca, Ele nos dá coragem, nos dá ânimo, e temos que ser uma comunidade unida. Que bonito quando nós incomodamos a sociedade como o nosso testemunho de união, de fraternidade.

Falar de união e fraternidade em nossa sociedade é algo inviável, é algo impensável, mas nós podemos dar esse testemunho de comunidade unida, de comunidade que se une para anunciar o Evangelho, para ser fiel ao Evangelho, para ser fiel ao mandado de Jesus.

Depois na segunda Leitura nós vemos o exemplo de Paulo este importante Apóstolo que durante a sua caminhada de perseguição e dificuldades e perseguir muitos cristãos ele tem um encontro com o Ressuscitado e esse encontro muda a sua vida. Paulo muda a sua concepção e começa anunciar o Evangelho e se torna uma verdadeira testemunha do Senhor. Paulo é generoso aqui novamente com Senhor e com o compromisso com o Evangelho, ele não tem medo de anunciar com a própria vida, com o próprio sangue, anunciar com tudo o que ele é, ele se doa totalmente, se doa a ponto de entregar a própria vida pelo Senhor, entregar tudo por amor a Ele.

Paulo durante sua caminhada, porque o anúncio do Evangelho não teve só facilidade, mas teve muitas dificuldades, sofrimentos, teve muita luta. Assim como escutamos na segunda leitura Paulo se considera satisfeito e que aguarda a coroa de glória, completou a corrida, guardou a fé, mas porque Paulo se entregou totalmente ao Senhor.
Que bonito também nós chegarmos no final da nossa vida e como Paulo proclamar, dizer que nós guardamos a fé, que nós somos fiel, que nós doamos a nossa vida pela Igreja, pelo anúncio do Evangelho, pelo amor ao próximo, fazendo da nossa vida um culto espiritual, um culto sacrifical. Paulo também se lamenta da solidão, do desanimo, tem dificuldades, cansaço, ele tem consciência mesmo diante de tantas dificuldades e cansaço de que Deus está com ele, que caminha com ele e não o deixa sozinho.

Paulo impressiona, o seu exemplo é exemplo para cada um de nós, de perseguidor a alguém que teve um encontro e doa a sua vida e se identifica com o próprio Cristo no sofrimento, na perseguição, mas na doação da própria vida anuncia com a própria vida. Imitar Paulo para nós, significa ter um encontro que mude a nossa vida que nos leve a nos identificarmos com Jesus e anunciarmos o seu Evangelho sem medo, sem ter vergonha, anunciando o Evangelho no nosso trabalho, na escola, onde nós nos encontrarmos, com gestos e palavras.

Depois por fim o Evangelho, Jesus já vê o horizonte da cruz, esse Evangelho de Mateus já prepara ai o momento da Cruz do Senhor e depois de ter anunciado o Evangelho de ter caminhado tanto no meio do povo Ele resolve perguntar aos discípulos: Que dizem os homens que eu sou? Uns diziam que era Jeremias, outros que era Elias, ou um dos profetas. Nenhum desses que identificam Jesus como um dos profetas, compreendem qual é a missão de Jesus qual é a originalidade da missão de Jesus, não compreendem qual que é a sua missão principal no meio deles.

Então quer ter a prova da comunidade e então pergunta aos seus discípulos: E voz quem dizeis que eu sou? Esta pergunta também tem que ressoar em nosso coração, o Senhor também nos pergunta como comunidade de fé, batizados: Quem eu sou para vocês? Daí cada um pode responder do fundo do coração. Jesus é somente um profeta ou Jesus é o Messias, o filho de Deus vivo. Se nós respondemos isso a nossa fé é firme é solida. Ou seja aquele esperado em todo o antigo testamento para libertar Israel de toda escravidão, para purificar Israel de toda opressão. As vezes a gente vê Jesus simplesmente, e Ele foi isso, foi um homem bom, um homem de misericórdia, um homem que se doou, mas homem e filho de Deus.

Dizer que Jesus era filho de Deus no antigo testamento, é dizer que ele tem comunhão, filho de Deus era um nome dado apenas para os anjos e Jesus é reconhecido como o filho de Deus ou seja alguém que tem uma missão especial, que vive constantemente em comunhão com o Pai, em comunhão com Deus.

Jesus reconhece na confissão de Pedro que representa toda a comunidade e o felicita por isso, fica feliz porque a comunidade reconhece verdadeiramente a sua missão. Que essa pergunta: Quem é Jesus para nós? Devemos interrogar o nosso coração constantemente, ver em Jesus alguém que muda a nossa vida, que transforma a nossa vida, ver em Jesus um profeta que veio para anunciar, que veio para mudar, transformar o mundo, mas também o filho de Deus que também veio para transformar interiormente a cada um de nós e nos dar uma vida nova, uma vida plena. Que nós possamos dar uma resposta coerente, que não está fundamentada em teologia, em catequese, mas uma resposta que está fundamentada no Evangelho, que está fundamentada no nosso coração, na vivencia da fé é ai que a Igreja se constrói é ai que nós teremos uma Igreja sólida, uma Igreja caminhando, uma Igreja viva que tem Jesus como centro aquele que nunca nos abandona aquele que sempre caminha com seus filhos.

Que essa pergunta ressoe sempre no nosso coração e depois ao nos aproximarmos da Eucaristia quando Jesus estiver no interior do nosso coração, nos perguntarmos: Quem é Ele para nós? É simplesmente receber a Eucaristia por receber? Ou é alguém que transforma a minha vida, é alguém maior, é o principal da minha vida.

Assim seja!


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Fonte: Pascom Paróquia Santo Antônio
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