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Maria retrata com perfeição o seguir a Jesus Cristo.

 
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Sempre é útil lembrar nesta página de catequese mariana: prestamos culto à Maria, não por ela mesma, mas para seguir Jesus fielmente em tudo. Já foi mencionado aqui o discipulado-missionário. Os dois conceitos são quase inseparáveis, quando se fala da vivência e do anúncio evangelizador na Igreja católica, principalmente nos quadros da história e cultura latino-americana. Sentimos e partilhamos a alegria de sermos discípulos-missionários de Jesus, na Igreja. Ela é “una”, não é formada por ‘igrejas independentes’. Ela nos reúne numa só esperança, num só corpo, num só Espírito, num só batismo, numa só fé em Cristo o ressuscitado pelo qual adoramos um só Deus, Pai de todos que está em todos. (Efésios, 4). A prática sacramental e pastoral da Igreja católica: celebrações, pregações, governo, doutrina e ensino, atitudes morais e pronunciamentos éticos: tudo “brota de Jesus Cristo e se volta para Ele e para o Reino do Pai. Jesus é a nossa razão de ser, origem do nosso agir, motivo de nosso pensar e sentir. Nisto se manifesta nosso discipulado missionário: contemplamos Jesus Cristo presente e atuante em meio à realidade. Nele compreendemos a realidade e com ela nos relacionamos no firme desejo de que nosso olhar, ser e agir sejam reflexos do seguimento cada vez mais fiel ao Senhor Jesus” (Documentos da CNBB, 94, Diretrizes gerais, nº4).
Para a Igreja, Maria é inseparável de Jesus. A pessoa da mãe “emerge do Evangelho conscientemente orientada para o verdadeiro seguimento do Filho”. Já no relato da infância de Jesus Lucas salienta a personalidade exemplar de Maria como discípula-missionária. Assim que aceitou a misteriosa encarnação do Verbo e se colocou à disposição do Senhor, o primeiro ímpeto da Virgem foi ir ajudar Isabel, a prima idosa que morava nas montanhas da Judéia. Isabel, antes estéril, ficara grávida de João Batista havia já seis meses. Por sua vez, transportando no seio o embrião divino-humano de Jesus, Maria meditava em tudo o que o poder de Deus fazia por meio dela e já fizera até ali em benefício do seu povo e de toda a humanidade. Os textos do Novo Testamento que falam de Maria são poucos. Mas, são substanciais definindo suficientemente o seu papel único e privilegiado no mistério de Jesus. Além da função maternal fica realçada a sua condição de cristã exemplar e modelo na fé. Os cristãos das primeiras comunidades refletiam e se inspiravam no seguimento a Jesus vivido por Maria. Foram descobrindo o sentido espiritual de sua maternidade biológica. Gerando Jesus, o Salvador e “primogênito de muitos irmãos”, a maternidade abrangia os discípulos. Não era mera devoção sentimental, mas viam na Encarnação o início da peregrinação da Virgem no caminho da fé. As primeiras comunidades conscientes do íntimo e pleno discipulado de Nossa Senhora repassaram às gerações seguintes uma convicção: na sua fé e obediência está a máxima realização da existência cristã.

Pe. Antonio Clayton Sant’Anna – C.Ss.R.
Diretor da Academia Marial

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